Educação em Portugal

Novembro 14, 2009

Outras palavras

Arquivado em: educação, futuro, políticos — Zepovinho @ 5:42 pm

A nova ministra apresenta um outro discurso, mais simpatia e uns olhos expressivos. O que vai mudar na Educação? Não é possível, ainda, perceber o que nos vai ser proposto, mas pelo menos, o discurso não é tão tenso, não se ataca primariamente os professores.
Esperemos que “os muitos anos de educação” surtam efeitos positivos. Esperemos que não seja apenas “uma nova forma de abordagem”.

Ver a entrevista aqui.

Novembro 3, 2009

Nova ministra da Educação

Arquivado em: educação, futuro, políticos — Zepovinho @ 7:52 pm

Já tomou posse o novo governo do PS. Já apresentou o seu programa de governo. Afinal de contas, apesar de ter perdido a maioria absoluta, parece que nada mudou na cabeça do Sr. José Sócrates. Volta outra vez a eterna teimosia, a cega visão de um homem que sabe tudo, sem ouvir ninguém quem discorde dele. Aliás parece que um dos grandes problemas da sociedade portuguesa é o casamento entre pessoas do mesmo sexo(!?)

A nova ministra vai governar a Educação, ou vai apenas ser uma marioneta nas mãos do PM? Terá força política para alterar políticas, ou não?

A nova ministra da Educação, caso seja ela a definir efectivamente a política do seu ministério, deverá concentrar a sua acção em quatro vectores essenciais:

- Pacificar o ambiente que existe entre a classe docente e a tutela, contribuindo de forma activa para ultrapassar a imensa quebra de confiança que se criou durante o mandato anterior. Para isso é essencial que reabra o processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente e dê sinais inequívocos que o modelo de avaliação do desempenho é para ser substituído até final de 2009.

- Fomentar um clima de exigência, rigor e disciplina no trabalho quotidiano das escolas, a todos os níveis, incluindo uma responsabilização directa dos alunos (e famílias) pela sua assiduidade, pelo seu desempenho e comportamento na sala de aula e nos espaços escolares.

- Promover de forma consequente uma reflexão profunda sobre a reorganização dos ciclos de escolaridade, a estrutura curricular e os conteúdos programáticos das diversas disciplinas.

- Apostar num ensino de qualidade e não apenas de quantidade, em especial no que se refere à chamada escola a tempo inteiro e à ocupação plena dos tempos escolares. Mais escola não significa necessariamente melhor escola.

Artigo publicado no site do Paulo Guinote

Blog em WordPress.com.