Os nossos colegas da escola de Sto Onofre têm toda a razão.
A Liberdade constrói-se.
Os nossos colegas da escola de Sto Onofre têm toda a razão.
A Liberdade constrói-se.
(Não há machado que corte
a raíz ao pensamento) [bis]
(não há morte para o vento
não há morte) [bis]
Se ao morrer o coração
morresse a luz que lhe é querida
sem razão seria a vida
sem razão
Nada apaga a luz que vive
num amor num pensamento
porque é livre como o vento
porque é livre

23.04.2009 – 00h25 – JOAQUIM FERREIRA, OURENSE-ESPANHA
É claro que a estas horas estar num “ciberespaço” não é propriamente o mesmo que estar “na esquina de um café”. Ainda assim, sei que posso “dizer mal” do Governo (entendido como critica legítima em democracia!) … Na verdade se Louça estava encantado com a medida (percebe-se a ironia, claro!) nós apenas vemos nesta pseudo-preocupaçao com a escolaridade uma forma expedita que o Governo tem de enganar as estatísticas e evitar o descalabro do aumento da taxa de desemprego… (O tipo é Engenheiro!)… Um autêntico “CHICO ESPERTO”… Não fosse ele Socialista! Qem não conhece “O TRIUNFO DOS PORCOS” de George Orwell que o leia… E pense em Portugal, nos partidos do poder… Nas forças policiais… Nos Juízes e tribunais! Escolaridade Obrigatória até ao 12º… Só se for apra rir… Vejam bem que o trabalho infantil continua e Sócrates que fez? Castigou os professores na carreira pelo Abandono da Escola. Porquê? Porque ao fim de 4 ANOS de (des)Governo FOI INCAPAZ de obrigar os pais a cumprir o seu dever de cidadania; de colocar a inspecção de trabalho a fazer o que deve e as empresas a “pagar as favas” por admitirem menores. Enfim, na DEMOCRACIA DE FACHADA… CHEGA!… PS NUNCA MAIS!
15 Abril 2009 – Correio da Manhã
Dizem-me que, dentro de um ano, haverá dois computadores por cada aluno da escola pública e um quadro digital interactivo por cada duas salas de aula. Os números, como confio na minha fonte, são de fiar.
Tamanho luxo deixa-me surpreendido, mas não agastado; apenas ligeiramente preocupado. Ao contrário do que quer fazer crer a equipa pedagógica que anda no Poder há dois ou três anos, mais tecnologia não significa, por si só, melhores resultados.
Leiam-se estudos recentes sobre o assunto para perceber que não é apenas com nova linguagem que se combatem novos problemas. Desenhar uma sociedade sem info-exluídos, mas com poucos hábitos de trabalho, é andar para trás. Uma viagem pela Ásia e pelo Leste mostra que não basta ter computadores aos molhos.É preciso trabalho.
Francisco José Viega
A propósito da publicação de um livro com os textos que foi escrevendo no seu blog (A Educação do meu Umbigo) Paulo Guinote emite as suas opiniões numa série de 3 filmes. Estes filmes estão alojados no TVI24:
- Maria de Lurdes fica a par de ministros do séc. XIX
A autoridade é indispensável na educação e é urgente o regresso do pai. O pediatra francês Aldo Naouri – autor do livro “Educar os Filhos” – diz que não se importa que lhe chamem reaccionário e vem explicar porquê, ao fim da tarde, na conversa com Carlos Vaz Marques da TSF.
Uma entrevista a não perder. No meio da confusão que hoje se vive no meio da escola porque as crianças que recebemos apresentam tantos problemas de comportamento é fundamental reflectir e pensar nos erros que foram cometidos.
http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1200983

A demissão dos Conselhos Executivos decretada por este governo é mais um episódio da prepotência destes políticos que se instalaram no governo de Portugal. Uma vez mais impõem o que querem e passam por cima de tudo. Há mandatos por cumprir? Não interessa, cumpra-se a lei que diz que tem de haver Directores Gerais nomeados pelos Conselho Gerais Transitórios. Há que fazer a vontade deste governo, a todo o custo. Vem aí uma campanha eleitoral e tudo tem de estar como o Partido do Sócrates quer para provar à opinião pública que mostraram força e puseram os professores “na ordem”.
Tudo isto é benéfico para as escolas? Não interessa.
Esta obrigação de demissão dos PCE provoca aumento da despesa? Não interessa pague-se, mas o PS não pode perder a face.
Garcia Pereira considera demissão de Conselhos Executivos “avassaladora” para as escolas.
Quem vai pagar a factura de todos estes erros políticos?

Quem me conhece sabe que sou uma adepto das TIC no ensino. Todo o meu percurso tem sido nesse sentido nos últimos 20 anos. Mas daí a generalizar um computador para os alunos a torto e a direito vai uma grande distância. Não acredito nas virtudes de disponibilizar uma computador, como o Magalhães, ou outro qualquer, aos alunos do 1º ciclo. Acho mesmo que é um erro educativo grave que vamos pagar no futuro. Investir na utilizaçao dos computadores nas escolas do 1º ciclo, isso sim. Mas o governo precisa de criar factos políticos que permitam alimentar a propaganda e vai daí surge o programa do computador “português” – o Magalhães, que o primeiro ministro têm-se encarregur de vender tão bem.
Infelizmente concordo muito mais com esta visão do Pacheco Pereira.
Fonte: A Educação do meu Umbigo
A educação das crianças tem de ser antes de mais uma responsabilidade das famílias. Será também uma responsabilidade da sociedade mas há que por os pontos nos is. Os pais e a família são os primeiros interessados na educação dos seus filhos. Só depois de assumida esta responsabilidade é possível que a sociedade corresponda e assuma a sua quota parte de responsabilidade na educação das novas gerações. Infelizmente, nos últimos anos acentuou-se a cultura de desinteresse por parte dos pais. Aquilo que se vê na sociedade, em geral, é um assumir de irresponsabilidade individual. Ninguém é culpado de nada. O português entende que a culpa é do Estado e os políticos não têm tido a coragem de afirmar o contrário. Veja-se por exemplo o Estatudo do Aluno, aprovado por este governo. Se um aluno apresentar um elevado número de faltas o que acontece? Os professores têm de lhe fazer sucessivas faltas, realizar sucessivas reuniões e elaborar sucessivos relatórios. Em última análise nada acontece ao aluno que, desde que tenha sucesso nas provas, pode continuar a faltar sucessivamente. No meio desta triste situação que responsabilidade é assumida pelo aluno e pelos seus pais ou familiares? Absolutamente nenhuma.
Atente-se nos alunos que apresentam os melhores resultados escolares. São alunos oriundos de famílias que se interessam (logo, responsabilizam-se) pelo percurso escolar dos alunos.
Por tudo isto é fundamental a petição que foi posta a circular e que é hoje referida no Publico. Por isso mesmo fui um dos seus signatários.
Espero que os políticos não estraguem tudo. Estou com uma enorme curiosidade de ver a reacção do partido do Sócrates, vulgo PS.