O título do post diz tudo, mas leia-se o que o Guinote escreveu no seu Blog.
Coitadinho do Secretário Pedreira

O título do post diz tudo, mas leia-se o que o Guinote escreveu no seu Blog.
Coitadinho do Secretário Pedreira

Os políticos são peritos em usar os números para o que mais lhes convém. Recentemente foram divulgados os números sobre a violência nas escolas. No geral, houve uma baixa de 18% nas participações de casos de violência nas escolas e um aumento de 21% nas agressões a alunos e professores.
Face a estes números o governo preferiu salientar a baixa de participações como elemento preponderante. E então o aumento de 21% de agressões a alunos e professores não são significativos? Pelo visto isso não interessa nada.
Aliás esta questão de terem diminuído as participações de actos de violência é muito estranha. Hoje mesmo o DN noticiava que o ME mandou investigar porque é que escolas situadas em bairros com historial de violência não participaram nenhuma anomalia na escola. Algo está muito mal contado…

Agora compreendo porque é que a Microsoft é tão amiga do Estado português e é sempre convidada pelo nosso governo.
A amizade não tem preço, mas 11.304.346,54 de Euros sempre ajudam um pouco, não é?
Fonte da informação:
Transcrevo um texto que me chegou por email e com o qual concordo em absoluto.
Vital Moreira, reputado professor de Direito da Universidade de
Coimbra, foi, este fim-de-semana, no Congresso do Partido Socialista,
dado a conhecer como cabeça de lista deste partido nas próximas
eleições eleições para o Parlamento Europeu.Vital Moreira é uma
personalidade com um passado e um presente político conhecido de boa
parte dos portugueses.
O que, talvez, nem todos saibam é que este mestre de Direito nutre um
profundo desprezo pela classe docente, só comparável ao da actual
Ministra da Educação. De facto, em 18 de Novembro de 2008, no jornal
“Público”, Vital Moreira faz um dos ataques mais rasteiros e mais
odiosos que me foi dado ler em todo este processo de luta dos
professores contra o actual sistema de avaliação. Que diz aí Vital
Moreira? Basicamente quatro coisas, a saber:
a) Que não existe qualquer razão para que os professores não sejam
avaliados para efeitos de progressão na carreira;
b) Que os professores não gozam de direito de veto em relação às leis
do país, nem podem auto-isentarem-se do seu cumprimento, pelo que não
é aceitável qualquer posição que implique resistência à aplicação do
actual modelo de avaliação;
c) Que o governo não pode ceder às exigências dos professores, devendo
antes abrir processos disciplinares a todos aqueles que ponham em
causa a concretização da avaliação dos docentes tal como foi
congeminada pelo Ministério da Educação;
d) Que o governo, na batalha contra os professores, deve esforçar-se
por chamar a si a opinião pública, isolando, desta forma, a classe
docente.
Este é o pensamento de Vital Moreira, onde a sua veia caceteira surge
bem expressa. Mas, mais do que isso, este texto, publicado no
“Público”, revela-nos um verdadeiro guia político da acção do
Ministério da Educação contra os professores.
Que cada colega não perca a memória e dê a devida resposta a este
senhor nas eleições para o Parlamente Europeu, é o mínimo que está ao
nosso alcance.
Constantino Piçarra
Gostaria apenas de dizer que o Sr. Vital Moreira é casado com a Sra. Secretária de Estado da Modernização Administrativa do governo do Sr. Sócrates. Concerteza tudo pormenores sem importância…
Fontes de informação:
Já afirmei várias vezes que este ME está governado por pessoas que têm feita da hipócrisia e da mentira a sua política. Também têm sido trapalhões, pois na ânsia de impor a sua política recorreram a todas as confusões legislativas que se tem visto.
Não me esqueço da questão do Estatuto do Aluno, em que a Sra. Ministra veio acusar as escolas e os professores de não saberem interpretar “a filosofia e o espírito” da lei. Mais recentemente a propósito da “penalização” que os professores sofreriam se não entregassem os Objectivos Individuais gerou-se uma nova confusão. Perante a pergunta que muitos fizeram sobre as penalizações, a Sra apenas consegui responder com uma carta confusa. Pois confusão é o que mais abunda na educação.
Parece que alguns jornalistas finalmente percebem aquilo que vimos (nós os professores) a dizer há algum tempo. Ler com atenção o artigo de hoje no DN “Uma ministra no seu labirinto“.

Que a avaliação que o ME tanto quer impor é uma mentira já sabia, mas Desidério Murcho toca na ferida neste pequeno artigo no PUBLICO.
Fiquei surpreendido com a notícia surgida hoje de que o ME ainda não tinha entregue os dados referentes às intervenções da Escola Segura. Apesar de estar obrigado a entrega esses dados até ao fim de 2008, dois meses e meio depois ainda não há qualquer informação. Será que não são importantes? será que não há ocorrências de violência nas escola. Será?
A Sra. Ministra afirmou em tempos que não havia violência nas escolas, mas apenas indisciplina.
Eu que trabalho numa escola sei que há violência nas escolas (e cada vez mais).
O ME, como já é hábito deste governo, quer “esquecer” os números “negativos” e sobrevalorizar os números positivos. Isto é política, embora eu lhe chame mentira e manipulação.
Fonte de informação:
- PUBLICO
Em Portugal tudo é possível. Desde, ver um primeiro ministro a fazer publicidade a um computador “português”, até ao Ministério da Educação, que distribui esse computador, afirmar que não tem culpa dos erros dos programas, porque não consegue fiscalizar tudo.
Isto aconteceu porque o Magalhães nunca foi um projecto educativo (pensado como tal), mas sim um golpe de teatro publicitário que uniu a política com a indústria. Foi anunciado como sendo português, mas na realidade, é o Classmate da Intel. Depois, para justificar o epíteto de português vieram dizer que o programa do Magalhães era muito mais que um computador, era um projecto educativo, com vários programas para que os alunos aprendessem com o uso deste aparelho. Vê-se agora a qualidade do “projecto educativo”.
É este o governo que temos. É este o ME que temos.
Acredite nestes políticos quem quiser.
Eu não acredito.
Fonte de informação:
- Expresso
- Público

A campanha para rebaixar os funcionários públicos continua. É triste mas enfim é aquilo a que nos habitou o PS, nos últimos tempos. Somos o bode expiatória das suas incompetências políticas. Noje, no editorial do DN, o habitual ataque com meias verdades e algumas mentiras.
“Depois das resistências dos professores e dos médicos, o DN dá hoje conta de que também os funcionários judiciais estão contra a avaliação de desempenho. É mais uma atitude corporativa que decorre de uma certa cultura de desresponsabilização muito tradicional na sociedade portuguesa. Num mundo cada vez mais competitivo, onde a concorrência é cada vez maior, a melhor forma de fazer justiça à competência e à qualidade é, obviamente, proceder a avaliações de desempenho nos vários sectores de actividade.“
Mas onde é que o Sr. Director do DN recolheu a informação de os professores não aceitam a avaliação? Não aceitamos qualquer tipo de avaliação. Não aaceitamos avaliação com motivos hipócritas. Não aceitamos uma avaliação que sirva apenas para justificar reduções salariais. Não aceitamos uma avaliação que não seja formativa, que não produza melhoria de resultados, que não permita a melhoria do desempenho individual.
É assim a política surda da maioria PS. Envenena e engana a opinião pública. Depois admirem-se que os professores façam campanha contra o PS e os seus apaniguados.
Fonte da informação:
Educação do meu umbigo
O meu blog
