Com que então eram truques, não é?
Leia-se então as notícias:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321811
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321244
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=333249&visual=26&rss=0
Com que então eram truques, não é?
Leia-se então as notícias:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321811
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1321244
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=333249&visual=26&rss=0
Ora até que enfim que o principal responsável da FENPROF vem a público com uma excelente resposta para todos aqueles que, muitas vezes sem saber o que dizem, criticam o movimento de “resistência” que os professores têm apresentado nos últimos tempos. Há sempre alguns desmiolados a dizerem que os professores não querem ser avaliados, não querem trabalhar e só querem manter os seus privilégios. Será que esta abordagem simplista se aplica aos 100.000 que apareceram em Lisboa a marcar a sua luta?
Tive primeiro conhecimento desta entrevista ao Correio da Manhã no blog Profavaliação, a partir de uma ligação colocada no blog A sinistra Ministra.
Quem quiser perceber um pouco mais os problemas que afligem os professores, sem ficar apenas pela hipocrisia do M.E., é aconselhável ler este artigo publicado no DN de hoje.
O artigo é referido no blog A Sinistra Ministra.
Num magnífico, digo eu, artigo no DN de 12/03 Baptista Bastos escreve algumas verdades do enquadramento político do momento. Alguns excertos:
“As impressionantes manifestações registadas nas últimas semanas, e continuadas um pouco por toda a parte, assumem a forma e o conteúdo de um severo depoimento contra o Governo. Não se trata de turbulências comunistas, como já o disse José Sócrates e, iradamente, o repetiu Augusto Santos Silva, cujas “verdades” surgem cada vez mais avariadas. A “rua” foi a demonstração categórica do desequilíbrio entre quem pensa em termos estatísticos e quem é vítima desse equívoco.”
(…)
“Perdeu-se de vista o reconhecimento da igualdade, do direito de protesto e do dever de memória. Este Governo criou uma tensão dramática de tal ordem e um destempero de tal jaez que levaram o primeiro-ministro a afirmar-se indiferente para com a imponente manifestação dos professores, invocando uma “razão” cuja natureza só poderá ser explicada através da nebulosa em que ele parece viver.”
Ler aqui o artigo completo.
Uma jóia da comunicação política deste (socialista) governo.
Leiam, e vejam como é tudo simples. Não é?
Afinal de contas nós é que não percebemos. Não é?
O governo esforça-se e os professores teimam em não entender. Não é?
Como os nossos políticos fazem de nós criancinhas que precisam de histórias de encantar. Não é?
O seguinte comentário feito por alguém (que assina com o nome de Alfredino Cunha) no Expresso, sintetiza bem o sentimento de muitos professores que qualificam a dita Sra. como sendo cínica e transmitindo para a opinião pública (in)verdades.

Imagem do site do Anterozóide.
“Achei curiosa uma entrevista dada ontem pela senhora ministra a um canal de televisão em que a senhora dizia que compreendia muito bem que os professores se manifestassem porque o que se está a exigir às escolas é muito exigente.
Implicitamente dizia que os professores se manifestavam porque não querem trabalhar, nem assumir responsabilidades, nem participar da tal escola mais exigente que a senhora ministra lhes quer oferecer.
Com uma senhora ministra destas, o que é que se espera que os professores façam?”
Podem ler aqui o comentário.
Para o bem e para o mal, eis uma abordagem sueca.
Será o futuro da educação no Ocidente? Vantagens e inconvenientes?
A classe política (especialmente do Governo) deste nosso cantinho não vai gostar muito de ouvir as últimas declarações do Cardeal Patriarca de Lisboa.
O futiro do país não se contrói com demagogia mas com trabalho sereno. Esperemos que algum político , com resposabilidades , ouça com atenção e reflicta no que têm andadado a fazer.